Jogo chamado vida
Estamos num jogo chamado vida. 
Cada um de nós tem uma posição, uma atividade e um tipo de vida. De quando em quando mudamos de função, adquirimos mais ou menos resistência e ferramentas para ir adiante neste jogo.
O mundo passa por uma provação. Empresas, profissionais, igrejas, governos e todas as pessoas estão diante de uma mudança de realidade. O covid 19, ou coronavírus impôs mudanças para as quais não estávamos preparados. Novas regras foram criadas da noite para o dia e estão impondo mudanças de hábitos sociais e profissionais para todos. 
Empresas estão funcionando com menos colaboradores e usando mais tecnologia. Modos de atendimento, rotinas e até mesmo a logística estão sendo alterados drasticamente. Por hora estas mudanças estão sendo razoavelmente assimiladas porém, daqui um tempo, quando o fantasma coronavírus se distanciar a realidade tomará novos rumos. Quem efetivamente não for competente, não vestir e suar a camisa, terá vida curta nas empresas. Ou seja, doravante a competência, a dedicação e a relevância serão requisitos sine qua non para a vida profissional. 
O conceito empregado e patrão terá uma nova conotação. A mocinha do caixa terá tanto valor quanto o vendedor, o professor e o médico. A nova ordem será de muita tecnologia mas ao mesmo tempo com muita valorização ao humano. A palavra, o ouvir e o respeito voltarão a ter valor. Atenção, carinho e amor serão mais comuns do que se imagina. Os maiores patrimônios serão a família, os amigos, o seu nome e a sua história.
A consciência de que somos pequenos porém uma partícula do divino deverá ser lembrada. Somos feitos de amor, somos luz e energia. Quando houver consciência disso certamente seremos melhores, mais evoluídos e estaremos, enfim, prontos para mudar de fase, para ir adiante neste jogo chamado vida. 
Quem entender isso sairá na frente e será melhor em tudo!
Se for fazer, faça bem feito!

Empresas varejistas em todo o Brasil estão experimentando o sistema delivery

A situação do varejo está muito delicada, é pegar ou largar!
Delivery, numa tradução livre, significa entrega.
Ou seja, para evitar aglomerações e mitigar os riscos de contágio do coronavírus, vários Governadores e Prefeitos Brasil afora decretaram que lojas e empresas de serviços só poderão atender o público por encomendas e as entregas feitas no domicílio do comprador.
Assim, milhares de empresas em todo o Brasil, buscando servir aos seus clientes, procurando sobreviver e não demitir os seus colaboradores, passaram da noite para o dia a receber pedidos por telefone e redes sociais entre outros, aprenderam a processar as encomendas e tiveram que se virar para fazer as entregas. 
Para buscar alavancar as vendas, várias empresas passaram a mostrar seus diferenciais, muitos deles atrelados às entregas; por exemplo:
entregas gratuitas, entregas em apenas X minutos etc. Através destas ações ousadas, essas empresas ficaram diante de uma bifurcação: se realmente entregarem dentro do prazo prometido, palmas para ela. Se não conseguir, será  uma bola fora.
“Ninguém é obrigado a tratar mas se tratar tem que cumprir”. Este adágio popular reforça a importância do comprometimento de toda a equipe. Não adianta a equipe de vendas anotar os pedidos com precisão e passá-los imediatamente para a produção ou expedição se estes não forem rápidos; de igual forma estes para o faturamento e equipe entrega. E quando a empresa estipula prazo ela cria no cliente uma expectativa. O cliente sabe, a partir da afirmação do atendente da empresa, que o seu produto ou mercadoria chegará em determinado tempo. O cliente acredita nisso, ele espera por isso.
Se a equipe conseguir entregar com um prazo menor, parabéns a todos; isso fará o cliente ficar satisfeito e surpreendido positivamente. 
Se a mercadoria chegar no tempo certo, isto é, no prazo que foi combinado, tudo bem, estará dentro do previsto. Ou, com outras palavras, a empresa cumpriu com a sua obrigação, com aquilo que foi combinado.
Porém, se a encomenda chegar num tempo maior do que o combinado ou do que o anunciado aí a empresa irá colecionar reclamações, insatisfações e a propaganda será negativa. E não adianta colocar a culpa na chuva, no trânsito ou no entregador, a empresa é responsável e precisa saber avaliar todas as etapas e assumir o risco.
Então, muito cuidado com as promessas. Elas vão gerar expectativas no seu cliente. Se as expectativas trouxerem surpresas agradáveis, o seu cliente terá uma ótima experiência. Mas, se ocorrer o contrário, se a expectativa não for alcançada, se a empresa não cumprir o trato, isso pegará mal e a fama poderá ir para a lama.
Para afastar o sucesso do fracasso, para aumentar o êxito do seu negócio a receita é composta por dedicação, competência e muita atenção.
E lembre-se:  tudo que merece ser feito, merece ser bem feito!
No futuro...
Um tempo atrás se falava que no futuro as empresas seriam praticamente digitais, que o varejo ia passar por uma transformação e as lojas seriam quase um showroom onde os clientes iriam para tocar, pegar, experimentar as mercadorias e as efetivas compras até poderiam ser feitas nesta “loja” mas, e de modo especial, seriam feitas no conforto do lar.
Tempos atrás se dizia que no futuro as compras seriam multicanais, isto é, o cliente poderia comprar por telefone, na própria loja, pelo site, pelo aplicativo etc e as entregas seriam feitas no endereço indicado pelo cliente mas ele também poderia ir até a loja para buscar. Sim, a compra se daria por meio eletrônico e o cliente poderia ir buscar seu produto na loja.
Falava-se que no futuro as escolas seriam on line e que todo a matéria, todo o conteúdo didático estaria dentro do computador e na internet após as explicações do professor.
Aliás, projetavam que no futuro a sua consulta médica também poderia ser através da tela de um computador…
E o que vemos atualmente?
Lojas “se virando” e atendendo na casa do cliente, enviando sacolas de produtos para ele escolher; bom isso lá não é novo mas muitas empresas se negavam a fazer isso pelas razões mais diversas possíveis. 
Empresas de vários ramos, que só atendiam no balcão, estão sendo obrigadas a reverem os seus conceitos e irem ao encontro das necessidades dos clientes e de mãos dadas com a tecnologia. 
Escolas tiveram que aderir às aulas on line ministrando conteúdo, aplicando provas e trabalhos; e também aprendendo a fazer home officce e já ensinando aos alunos e mostrando a importância da disciplina de horários, mesa arrumada e até uniforme.
Os clubes de serviço, as entidades e até as igrejas aprenderam, na marra, que suas reuniões, deliberações e cultos religiosos podem ser on line. Aprenderam que a distância não mais impede as pessoas se de verem, conversarem e rezarem.
Os poderes públicos também estão se reunindo virtualmente e tentando dar sequência aos seus trabalhos e atividades.
Será que o futuro chegou e não avisou?
Será que ele foi adiantado, que chegou antes da hora?
Ou será que todos não percebemos a sua chegada sorrateira e estamos culpando o coronavírus por isso? E pior, estamos ávidos pelo retorno da normalidade para poder fazer as mesmas coisas e do mesmo jeito?
Uma coisa é fato: nada será como antes e não haverá um Dia D, aquele momento onde alguém irá dizer pronto, voltamos ao normal. Nada disso, a normalidade será conhecida aos poucos, iremos nos acostumando com novas formas de comprar, de vender e de entregar. As relações serão outras, haverá mais valor em coisas simples e as pessoas certamente irão dar mais valor nas outras não pelo que possuem ou pelo que podem comprar mas pelo que são e pelo amor que carregam dentro dos seus corações.
No futuro iremos valorizar a vida hoje com o que temos e com o que somos e não iremos esperar o dia que tivermos isso ou aquilo para enfim sermos felizes.
No futuro daremos mais importância à presença do que ao presente, daremos mais valor ao ser do que ao ter e o abraço será, enfim, a porta de entrada do coração que será só amor e oração!
Ser, enfim, será mais importante do que ter!

Estamos vivendo uma situação inédita em nossas vidas. Tudo é diferente até para as gerações anteriores. Em verdade tudo está de cabeça para baixo.

Período de guerra! Isso mesmo! Estamos em plena guerra contra um inimigo pouco conhecido e que está devastando a saúde, a economia e as famílias. Estamos sendo tomados pelo medo e pela incerteza. Como se não bastasse o excesso de informações, muitas delas maldosas e de cunho político, ainda convivemos com a expectativa de uma grande crise financeira. Dizem que no Brasil tudo acaba em pizza, acho que não, no Brasil tudo acaba em crise. E a crise acaba com tudo. A verdade é que guerra é um tempo de sofrimento.
Mas posso assegurar que um dia isso vai passar, e espero que seja rápido. E depois, no pós-guerra, viveremos outra realidade. Viveremos um tempo de oportunidades. Aí, quem tiver aproveitando este período para aumentar a sua capacitação e tiver atitude, com certeza sairá na frente quando for dada a relargada. Ou seja, daqui há pouco, teremos uma amplitude de novos cenários com muitas oportunidades de crescimento.

Acima de opiniões, de palpites e de suposições, muito além das improváveis teorias ou recalques políticos é inegável que estamos diante de um divisor de águas. Nada será como antes, empresas, instituições e até igrejas deverão rever posições, olhar para dentro de si e ter posturas e ações diferentes.

Descobrimos recentemente que os bombeiros são os nossos heróis. Depois nos certificamos de que os policiais também os são. Agora percebemos que os médicos, os enfermeiros e demais profissionais da saúde também são nossos heróis. Mas o porteiro do prédio, a empregada doméstica, o motorista, o frentista todos são heróis. Somos seres humanos criados para viver em comunidade com respeito e valorização ao próximo, tenha ele qualquer característica e preferência, profissão ou atividade.

O ser humano de agora por frente será mais valorizado. Chegamos enfim ao tempo onde a pessoa vale mais que suas posses, ao tempo onde ser é mais importante do que ter.

É hora de atitude
coronavírus  chegou e trouxe ao mundo uma série de dúvidas, de incertezas e de ações protecionistas sem tanto embasamento assim.
As empresas foram fechadas, protocolos de atendimento e de higiene foram criados e outros reforçados e a venda por telefone, site ou aplicativo passou a ser regra.
Apenas alguns segmentos mantiveram suas portas abertas, aqueles considerados essenciais. As pessoas se acastelaram em suas casas com medo do inimigo invisível. Os idosos, convalescentes e portadores de algumas patologias são vítimas em potencial. Por outro lado, algumas categorias profissionais são “imunes” ao vírus. Os profissionais da saúde, os motoristas, os entregadores, os porteiros, os agricultores e todo mundo que trabalha na cadeia produtiva de remédios e alimentos estão isentos; também os farmacêuticos, policiais, bombeiros e pedreiros entre outros.
Alguém deve ter combinado com o vírus para não entrar nos supermercados, farmácias, padarias e varejões de verduras. Em contrapartida eles devem ter se aglomerado nas lojas de móveis, de roupas, de óculos, de calçados etc.
Qualquer pai deve proteger os seus filhos, aliás, isso é imperativo. Todavia, ao chegar em determinada idade, aos poucos os filhos devem assumir responsabilidades; isso faz parte do crescimento e da evolução. E a medida que vão crescendo, vão assumindo mais compromissos e desonerando os seus pais.  
Todos já aprendemos a lição e devemos assumir posturas de higiene e respeito; máscaras, lavar mãos, braços e rostos e higienizar espaços comuns inclusive superfícies. E nos negócios temos que mostrar competência, dedicação e muita atenção aos pequenos detalhes pois eles podem revelar grandes oportunidades de crescimento.
É hora pois de voltar a vida que se compõe de trabalho, de idas e vindas, de estudos, de lazer, de viagens, de orações _ inclusive em grupos_ e tudo o mais. Claro que devemos ser melhores, que devemos ser mais humanos, mais atentos e equilibrados mas não podemos perder mais tempo.
Já bem dizia o advogado e compositor Geraldo Pedrosa de Araújo Dias, lá na década de 1970: 
“quem sabe faz a hora, não espera acontecer”
Bora trabalhar e fazer a vida acontecer? 
A sua família, os seus clientes, a sua cidade e o nosso Brasil esperam pela sua atitude!